Reconstruindo a história de qualquer família, por pequena e modesta que seja, estamos ajudando
a reconstruir, sem nenhuma dúvida, a história dessa grande família chamada Humanidade.
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:: O início
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:: A "Guerra de Doze"
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:: A pesquisa
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:: Aparecem as origens
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:: Descendência de Theotonio da Santa
Cruz Oliveira

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:: Descendência de Pedro Quirino Ferreira/Inez Santa Cruz Ferreira
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ANEXOS
:: Descendência de Fausto Salgado de Azevedo
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:: Theotonio da Santa Cruz Oliveira e seus homônimos
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:: Fotos
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:: Homenagem
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:: Agradecimentos
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:: Sobre a autora
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:: A pesquisa

Esse passado “heróico, bandeiroso e cavalariano”, como gosta de dizer Ariano Suassuna, me deixou ainda mais interessada na pesquisa das minhas origens. Paralelamente a essas leituras, conversando com meu irmão Pedro Quirino Ferreira Neto, ele me deu a idéia de fazer um levantamento da descendência dos nossos avós paternos, o casal Pedro Quirino Ferreira/Inez Santa Cruz Ferreira.

Sabíamos que minha avó havia tido dez filhos, e que nossa mãe Cleuza fazia parte dessa prole, sendo a sétima filha. A idéia era listar esses descendentes, porque estávamos entrando na meia-idade e dali a pouco, com quatro ou cinco gerações a partir desse casal original, havia já primos em vários graus que sequer se conheciam ou sabiam uns dos outros.

Tudo isso coincidiu com a minha aposentadoria como professora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte em maio de 2002. Com tempo livre, comecei a me dedicar mais a essa investigação e o ponto de partida foi o estudo de documentos e velhos papéis deixados por Mamãe (que havia falecido em 1997), que já os havia herdado de seus pais. Era uma mixórdia de registros, certidões, declarações, contratos, recibos, velhas cadernetas escritas a lápis, fotografias com dedicatória, cartões de boas festas, cartões de falecimento e missas, e cartas. Tudo misturado, sem ordem, e muitas coisas sem importância misturadas com outras que continham informações valiosas.

Devagarinho, comecei a ordenar o material, a reproduzir fotos e documentos, e a avisar aos parentes do trabalho que fazia. Ao lado daqueles que não se envolveram com a pesquisa e não demonstraram interesse, outros foram informantes preciosos mas, a rigor, eu só dispunha mesmo da minha memória, da memória de primos e outros parentes, e dos documentos.

Em agosto de 2005, fiz uma viagem por algumas cidades da Paraíba e Pernambuco, convidada por uma amiga que ia viajar a trabalho e precisava de companhia. O roteiro, saindo de Natal, incluía as cidades pernambucanas de Itapetim, Tuparetama, São José do Egito, Afogados da Ingazeira, Sertânia, Arcoverde, Pesqueira, Belo Jardim, Garanhuns, Lagedo, Palmares e Bonito.

Na maioria dessas cidades pernambucanas havia ligações com o meu passado. Meu avô Pedro Quirino Ferreira era natural de Sertânia (antiga Alagoa de Baixo), cidade onde também morreu e foi sepultado, e onde também jazem os restos do meu tio Gerson, seu filho. Em Palmares passei muitas vezes as férias quando criança, e lá morava minha tia Geny Querino Tavares, onde era vereadora, a primeira mulher a ser vereadora na cidade. Em Lagedo, em criança íamos passar férias no sítio Tatu, que pertencia aos “irmãos de criação” da minha mãe, Esperidião e Quitéria. Garanhuns, Pesqueira, Arcoverde, eram cidades que faziam parte das narrativas de infância, quando mamãe e minhas tias recordavam as festas e passeios de quando eram jovens.

Assim foi que, em 2 de agosto de 2005, lá fomos nós, seguindo o roteiro, que incluía um dia em cada um desses lugares, às vezes dois, quando a cidade era maior. Fui então, vendo pela primeira vez, ou revendo em alguns lugares, aquela terra de meus ancestrais. A imaginação começou a correr solta. Em cada curva da estrada eu fantasiava estar vendo algo que meus avós teriam visto. Em cada casa antiga escondida no meio do arvoredo eu pensava ver uma fazenda daqueles tempos, onde algum conhecido deles tivesse morado. Os nomes dos lugares provocavam mais e mais recordações, e quando cheguei em Garanhuns, ao ver os sobrenomes “Calado” e “Salgado” espalhados pela cidade, dando nome a ruas e prédios, aparecendo em cartazes, comecei a sentir que estava voltando para casa.

Em Lagedo, então, encontrei finalmente um parente de verdade: José Alberto, neto de meu tio-bisavô Azarias, irmão do meu bisavô Teotônio Salgado. O encontro foi maravilhoso. José Alberto, um homem de uma conversa agradabilíssima, entre muitas informações, disse-me que havia um levantamento da árvore genealógica dos Salgado, que documentava todas essas relações de parentesco, feito por alguém da família Salgado. E encaminhou-me a um seu sobrinho, Antonio Alberto Salgado, residente em Recife, também um aficcionado por essas histórias.

Visitei Antônio Alberto na sua casa no bairro da Piedade, ainda em agosto de 2005. Bisneto de Azarias, ele me mostrou fotografias e foi a primeira pessoa que me falou dos pais do meu bisavô Teotônio que, segundo ele, seriam Joaquim Salgado de Vasconcelos e uma mulher de sobrenome Santa Cruz, ambos naturais da cidade de Correntes, Pernambuco. Interessado na descendência e nos ramos colaterais, Antonio Alberto afogou-me numa montanha de nomes de filhos, netos, primos, tios e sobrinhos, todos descendentes de Azarias Salgado. Falou-me da Broca, a fazenda ancestral que pertenceu a Joaquim Salgado, depois a meu avô Pedro Quirino Ferreira e foi palco da infância da minha mãe, sendo personagem viva de todas aquelas histórias. Falou-me também de irmãos da minha avó que ainda estariam vivos na cidade de Angelim-PE. O curto espaço de duas horas que passei com ele, na sua casa, numa tarde de sábado, foi o bastante para despertar minha gulodice por essas histórias, essa investigação, essas linhagens, esses parentescos. Saí de lá naquela tarde de 22 de agosto de 2005 cheia de planos.

Ao lado disso, continuei em contato com algumas primas, principalmente Daisy de Freitas Almeida, neta da minha tia Adalgisa, irmã mais velha da minha mãe, residente em Campina Grande; e Fátima Mignot, filha de tia Neusa, também irmã de Mamãe, residente em Recife. As informações foram chegando, e eu comecei a compor o quadro da descendência dos meus avós maternos. A Internet foi fundamental nessa fase pois através do Orkut e do MSN localizei primos e primas que eu não via nem ouvia falar há mais de 30 anos. Descobri gente em Campo Grande-MS, Boa Vista-RR, Rio de Janeiro-RJ, Brasília-DF, Sorocaba-SP, Cascavel-PR, Teresina-PI, e mais um monte de lugares. Gente que eu já havia esquecido voltou a criar rosto e voz. Falei com primos e com seus filhos pelo MSN, por telefone, trocamos e-mails, cartas e cartões. A maioria empolgou-se com a idéia. Desencavaram fotos, papéis, documentos. E comecei a fazer assim: enquanto investigava a ascendência, dedicava também um tempo à descendência.

Em novembro de 2006, fui finalmente visitar os velhos tios-avós, que moravam na cidadezinha de Angelim, no agreste pernambucano, a 30 km de Garanhuns, perto dos limites de Alagoas. Encontrei-os aos dois, tio Siridião Salgado de Vasconcelos e tia Marina Salgado de Vasconcelos. Ela, aos 84 anos, já meio esquecidinha das coisas; ele ainda lúcido e trabalhando aos 85 anos de idade (1). Além de toda a emoção de encontrá-los, de saber que estava pisando no solo que os meus antepassados desbravaram e habitaram há mais de cento e trinta anos, tive em mãos uma cópia do levantamento genealógico feito por uma parenta distante, relacionando toda a ascendência por quase dez gerações, indo até Domingos Jorge Velho. Era o levantamento ao qual José Alberto havia se referido em Lagedo.

O Tio Siridião me deu também o contato de outra parenta, Maria do Carmo Salgado de Vasconcelos, em Olinda-PE, que depois descobri ser filha da minha tia-avó Josefa Duarte de Vasconcelos, casada com um primo, Esperidião Salgado de Vasconcelos. Maria do Carmo me mostrou documentos, fotos e o já conhecido levantamento, datilografado em sete folhas de papel, cujas cópias parecem circular como um bem precioso entre os membros da família.

Tive muita dificuldade para compreender esse documento. Era a primeira vez que me via frente a nomes que eu conhecia, que significavam algo para mim, mas que pareciam estar errados, incorretos. Lá estavam o nome do meu trisavô, Joaquim Salgado de Vasconcelos; o nome do meu bisavô, Teotônio Salgado Oliveira Vasconcelos, da minha avó Inez Duarte de Vasconcelos, e mais um monte de nomes de parentes, dos quais eu tinha ouvido falar na infância, todos Salgado, Calado, Azevedo ou Vasconcelos, mas uma coisa me deixava intrigada: não havia nenhum Santa Cruz! Era a minha família, mas ao mesmo tempo não era! Ninguém era Santa Cruz! Então, como esse nome teria chegado a mim, através da minha mãe? Fui novamente olhar as certidões. Na certidão de batismo da minha mãe estava lá:

(...) Aos trinta de janeiro de mil novecentos e vinte e dois na Capela de Cochichola desta Freguezia de São Joao do Cariry, batisei solemnemente a Cleusa, nascida no primeiro de Novembro de mil novecentos e vinte e um, filha legitima de Pedro Querino Ferreira e Ignez Ferreira Santa Cruz, moradores nesta Freguezia. (...)(2) [veja aqui cópia e transcrição da certidão]

Então havia Santa Cruz! Minha avó era Santa Cruz, e se não havia herdado o Santa Cruz do pai, deveria ter herdado da mãe. Fui então consultar a certidão de casamento da minha avó. Lá deveria ter o nome completo dos seus pais. A surpresa foi maior ainda:

(...) Aos treis de Agosto de mil novecentos e douze, nesta Povoação de Caraúbas do termo e comarca de São João do Cariri, onde foi vindo o Juiz de Direito da comarca Doutor José Gaudencio Correia de Queiroz comigo escrivao de seu cargo abaixo declarado, presente as testimunhas Domingos de Medeiros Ramos e Venancio Quirino Ferreira; receberão-se em matrimonio Pedro Quirino Ferreira viuvo de idade de trinta anos, filho legitimo de Quirino Eduardo Ferreira e dona Joaquina Maria da Conceição, já falecidos, com dona Ignez Duarte Ferreira solteira de idade de vinte anos, filha legitima de Teotonio Salgado de Oliveira e dona Antonia de Vasconcelos, já falecida... (...) (3) [veja aqui cópia e transcrição da certidão]

O Santa Cruz havia sumido novamente! Parece que a minha avó, nascida com o nome de Inez Duarte de Vasconcelos, tornada pelo casamento Inez Duarte Ferreira, filha de Teotônio Salgado de Oliveira Vasconcelos e Antonia Evarista Duarte, entre 1912 (ano do seu casamento) e 1921 (ano do nascimento da minha mãe) havia, sabe-se lá por qual motivo, se tornado Inez Santa Cruz Ferreira, como se assinou a vida toda, com o mesmo Santa Cruz que a maioria dos seus filhos recebeu.

Isso me lançou numa terrível confusão. Foi aí que me lembrei da história que tia Adiza havia me contado, de que o Dr. Augusto Santa Cruz havia pedido aos parentes para acrescentarem Santa Cruz ao próprio nome, para fortalecer o clã, desprestigiado pelos revezes políticos que se seguiram à Guerra de Doze. Aparentemente, apenas minha avó teria feito isso, e transmitido o sobrenome aos filhos, não tendo acontecido o mesmo com as suas irmãs e a prole delas, que continuaram Salgado de Vasconcelos.

Aqui se colocava outra questão. Segundo o levantamento que eu tinha em mãos, a esposa do meu trisavô, Joaquim Salgado de Vasconcelos, era uma certa Josepha Carolina de Azevedo. Então onde estaria esse ascendente com sobrenome Santa Cruz? Eu já havia ouvido falar em muita gente com esse sobrenome, havia muitos Santa Cruz em Recife e João Pessoa, mas nunca tinha conseguido estabelecer minha real relação de parentesco com nenhum deles. Era preciso encontrar esse ancestral Santa Cruz. Esse, não: essa, porque segundo Antonio Alberto, o primo Salgado que havia me soterrado com nomes, essa mulher era a esposa de Joaquim Salgado de Vasconcelos, meu trisavô. Uma Santa Cruz, cujo sobrenome havia sido perdido com o casamento. Mas isso não conferia com o levantamento.

Esses eram os pensamentos e deduções que me ocupavam no mês de novembro de 2006, logo após a visita aos tios-avós em Angelim. Em Recife, hospedada na casa da minha amiga Andréa Mota, à noite, enquanto todos dormiam eu não conseguia sossegar, desejando resolver esse mistério. Pensa daqui, pensa dali, levantei-me da cama e fui olhar a estante que havia no quarto de hóspedes, procurando algo para ler, para ver se distraía a cabeça do problema.

Um livro me chamou a atenção: “Viçosa, cidade das Alagoas”. Gosto muito de livros que contam a história de cidades, e minha estante é cheia deles. Eu nunca tinha ouvido falar em Viçosa mas olhando a capa, vi que o livro era de Elói Loureiro Brandão de Sá e lembrei de que eu conhecia a filha dele, Maria Beatriz, que organizara o lançamento de um livro meu em Maceió, em 1999.

Abri o livro e comecei a folheá-lo. Muitas figuras, das ruas antigas da cidade, mostrando casas, sobrados... Até que numa das fotos, que retratava a praça principal em 1914, a legenda explicava: “... o sobradão de Theotonio Santa Cruz, à direita...”(4). Theotonio! O mesmo nome do meu bisavô! E era um Santa Cruz! Devorei o livro e vi muitas informações sobre esse Theotonio, que teria chegado em Viçosa por volta de 1860, vindo de Pernambuco. Corri ao mapa e constatei: entre Correntes (cidade que davam como sendo a origem da minha família) e Viçosa-AL, havia pouco mais de 40 quilômetros, 6 ou 7 léguas, como se costumava dizer naquele tempo. Podia ser ele, esse Theotonio, o elo perdido, o tronco comum, o ancestral que eu estava procurando. Ele podia ser irmão, tio, ou pai dessa mulher Santa Cruz que estava na origem da minha família.

Descobri então, ao longo da investigação que estou empreendendo, e da qual agora publico os primeiros resultados, que Theotonio da Santa Cruz Oliveira era meu tetravô; e que sua filha, Anna Francisca da Santa Cruz Oliveira, casou-se com o viúvo Joaquim Salgado de Vasconcelos, sendo a Josefa Carolina de Azevedo referida no levantamento que circula entre os parentes a primeira esposa deste. Mas não cheguei tão rapidamente a essas conclusões. Tudo isso demandou tempo, energia, viagens, telefonemas e e-mails. Nesta fase, foi de fundamental importância o contato com o primo Marco Antonio Leal Calado, também tetraneto de Theotônio, que colocou à minha disposição anotações de família, mais informações e muita, muita boa-vontade.

Para poder realizar esta pesquisa, comecei a estudar Genealogia, porque vi que, para dar credibilidade aos meus achados era preciso trabalhar com método e seriedade. Afinal, era a história de minha família, a minha história, que iria ser contada. Entrei na Internet, comecei a navegar pelos sites, e a ler coisas interessantes. Aprendi a entender os conceitos. Assinei umas três listas de discussão sobre temas genealógicos e fiquei conhecendo uma porção de gente, que passava anos cascavilhando até descobrir o nome de uma bisavó, ou de um tetravô desaparecido nas sombras do passado. Surpreendentemente, comecei a achar essas pessoas muito parecidas comigo.

Se inicialmente eu estava perdida em denso nevoeiro, sem enxergar os caminhos à minha frente, e sem sequer saber se existiam tais caminhos, a freqüência às listas de discussão na Internet e o contato com outros estudiosos e pesquisadores foi como se o sol se levantasse sobre a paisagem e expulsasse a névoa, espantasse a bruma, lançando luz sobre os campos e indicando os caminhos. A generosidade dessas pessoas, listadas nos agradecimentos é que me permitiu construir este trabalho.

Os capítulos que se seguem mostram os resultados parciais - repito: parciais! - desta pesquisa. Estou nessa atividade desde 2006, e sei que muitos dos dados apresentados aqui estão incompletos e quem sabe até mesmo incorretos. Uma minhas intenções, ao publicar esta primeira versão, mesmo que em uma forma gráfica artesanal, é sensibilizar os parentes a colaborar enviando informações que me permitam completar o quadro.

Descobri na Genealogia uma atividade absorvente, rica, complexa e muito interessante, e que é praticada por pessoas de todas as idades e formações culturais. A pesquisa das origens proporciona muitos prazeres e está ao alcance da maioria das pessoas, sem muito custo. E fica sempre a sensação de que, reconstruindo a história da nossa família, por pequena e modesta que seja, estamos ajudando a reconstruir, sem nenhuma dúvida, a história dessa grande família chamada Humanidade.

NOTAS

1. A tia-avó Marina Salgado de Vasconcelos faleceu em novembro de 2007, um ano depois desta visita.

2. Livro 19, Folha 41, Freguesia de São João do Cariri.

3. Livro 4, Folha 108, verso, Cartório de São João do Cariri.

4. SÁ, Elói Loureiro Brandão. Viçosa, cidade das Alagoas. Maceió, Grafitex Editora, 2001. p. 142.

 

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Pedro Quirino Ferreira Neto, autor da idéia.

Coxixola-PB
Caderneta de Inez Santa Cruz, com endereços e notas
Manuscrito de Cleuza Santa Cruz, contando passagens da infância na Broca
São João do Cariri-PB
Velha casa... Boqueirão? Broca?
Pesqueira-PE
Garanhuns-PE
Afogados da Ingazeira-PE
Sertânia-PE
José Alberto Salgado
Lagedo-PE
Antonio Alberto Salgado
Recife-PE
Daisy Freitas Almeida
Campina Grande-PB
Fatima Mignot
Recife-PE
Siridiao Salgado de Vasconcelos
Angelim-PE
Marina Salgado de Vasconcelos
Angelim-PE
Trecho do levantamento genealógico que circula entre a família.
Maria do Carmo Salgado de Vasconcelos
Recife-PE
Andrea Mota
Recife-PE
Viçosa-AL
 Branco de Viçosa, comstruído no local onde era o sobrado de Theotonio Santa Cruz, que foi demolido em 1929.
 
 
 
 

 


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