O mapa da mina Poética

Estamos lendo a Poética, e para facilitar a leitura de quem está no seu primeiro (e nervoso) encontro com a obra, indico aqui alguns parágrafos (que é este número que está aí no início de cada linha). São 26 capítulos, divididos em 185 parágrafos, a maioria com poucas linhas. Na tradução de Eudoro de Souza, que saiu pela coleção OS PENSADORES (Abril Cultural, 1979, Aristóteles, volume II) e que se encontra facilmente disponível na Internet, são apenas 28 páginas.

1 Objetivos da obra

2 Diferenças entre a “Imitação” quanto aos meios, aos objetos e aos modos utilizados.

13 O imitar é congênito no homem.

20 Origem da tragédia.

24 Diferenças entre a tragédia e a epopeia.

Todo o capítulo VI, onde ele define a tragédia e lista seus elementos essenciais.

49 Sobre a unidade e coerência da historia narrada.

50 Diferença entre o historiador e o poeta.

60-62 Peripécia e reconhecimento

66 Partes quantitativas da tragédia

69-70 O herói trágico

92-93,95,98 Tipos de reconhecimento

99-101 Ensina a escrever para teatro

105 Nó e desenlace

106-108 Como arrumar os elementos dentro da historia

110 Função do coro

112 O pensamento (do autor)

114 A elocução (do ator)

Aristóteles (Estagira, 384 — Atenas, 322 aEC) foi filósofo fundador da escola peripatética e do Liceu, aluno de Platão e professor de Alexandre, o Grande. Deixou escritos sobre a física, a metafísica, as leis da poesia e do drama, a música, a lógica, a retórica, o governo, a ética, a biologia, a linguística, a economia e a zoologia. Apenas de um terço de sua produção original sobreviveu. Sua obra “Poética”, sobre a tragédia grega, continua a exercer influência nas produções teatrais da atualidade e continuam válidas, mesmo passados 25 séculos.

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